Em 2008, chegou a 6,7%; tendência de aumento é contínua desde 2002 e é incentivada pelo Código Civil renovado
A taxa de nupcialidade legal no País chegou a 6,7% em 2008, a maior desde 1999. A tendência de aumento é contínua desde 2002, quando atingira 5,6% para a população de 15 anos ou mais, como o IBGE havia mostrado na pesquisa Estatísticas do Registro Civil.
Pesquisadores atribuem o aumento à melhoria no acesso aos serviços de Justiça, à procura de casais por formalizarem uniões consensuais, incentivadas pelo Código Civil (renovado em 2002) e por ofertas de casamentos coletivos.
A maior ocorrência entre mulheres permaneceu no grupo de 20 a 24 anos (29,7%). Entre homens, a taxa mais elevada foi registrada entre os de 25 a 29 anos (28,4%). A partir dos 60 anos, as taxas obtidas pelo homens são mais que o dobro que as das mulheres. A taxa mais alta em 2008 foi registrada no Acre (12%).
A taxa de nupcialidade legal é obtida pela divisão do número de casamentos pelo de habitantes. Esse resultado é então multiplicado por mil.
Ao abrir o capítulo da Síntese de Indicadores Sociais sobre o tema, citando que, no Brasil, o casamento regulamentado pelo Código Civil é "necessariamente monogâmico", o IBGE lembra que a Argentina oficializou em maio sua primeira união civil de um casal homossexual.
Fonte: O Estado de S. Paulo
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