Clipping – Parto caseiro exige testemunha para registrar bebê em cartório – Jornal Folha de S. Paulo
Dar à luz fora do hospital exige que os pais levem ao cartório duas pessoas para atestar o nascimento do bebê. Segundo o 3º Cartório de Registro Civil de Ribeirão Preto, a medida é feita para coibir a adoção irregular.
Segundo as normas da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo, as testemunhas não precisam, necessariamente, ter acompanhado o parto.
Diz a normatização que as pessoas devem conhecer a mãe e a “existência da gravidez”. A DNV (Declaração de Nascido Vivo) é feita pelo oficial do cartório, que comunica o ato para o Ministério Público. Nos nascimentos ocorridos em hospital, a própria instituição faz a DNV, e os pais levam o documento para registro do bebê.
“A Secretaria da Saúde fornece o formulário da DNV, que pode ser preenchido aqui [cartório]. Nós informamos ao juiz corregedor a cada três meses, e ao Ministério Público no prazo máximo de cinco dias, que vai apurar se o nascimento é real ou não”, disse Fernando Marchesan Luiz, substituto designado do 3º Cartório.
O trâmite, segundo Luiz, é evitar a “adoção à brasileira”. “Pode acontecer, como foi comum no passado, de uma pessoa roubar uma criança, pegar de algum lugar e registrar alegando ter nascido em casa ou em outro local. Por isso, as testemunhas são necessárias e, a investigação, feita por outros órgãos.”
A arquiteta Carolina Maistro, 30, teve o filho na casa dos sogros em Ribeirão há três meses. Para registrar a criança, levou os pais ao cartório como testemunhas.
“A enfermeira preencheu um formulário com os dados de saúde e horário de nascimento, e meus pais foram junto. Foi bem tranquilo. Registrei uns dois dias depois do nascimento porque fui uma vez e, como precisava das testemunhas, voltei depois”, conta Maistro.
Fonte: Jornal Folha de S. Paulo – 01.12
Posts relacionados
ARQUIVOS
- agosto 2025
- julho 2025
- junho 2025
- maio 2025
- abril 2025
- março 2025
- fevereiro 2025
- janeiro 2025
- dezembro 2024
- novembro 2024
- outubro 2024
- setembro 2024
- agosto 2024
- julho 2024
- junho 2024
- maio 2024
- abril 2024
- março 2024
- fevereiro 2024
- janeiro 2024
- dezembro 2023
- novembro 2023
- outubro 2023
- setembro 2023
- agosto 2023
- julho 2023
- junho 2023
- maio 2023
- abril 2023
- março 2023
- fevereiro 2023
- janeiro 2023
- dezembro 2022
- novembro 2022
- outubro 2022
- setembro 2022
- agosto 2022
- julho 2022
- junho 2022
- maio 2022
- abril 2022
- março 2022
- fevereiro 2022
- janeiro 2022
- dezembro 2021
- novembro 2021
- outubro 2021
- setembro 2021
- agosto 2021
- julho 2021
- junho 2021
- maio 2021
- abril 2021
- março 2021
- fevereiro 2021
- janeiro 2021
- dezembro 2020
- novembro 2020
- outubro 2020
- setembro 2020
- agosto 2020
- julho 2020
- junho 2020
- maio 2020
- abril 2020
- março 2020
- fevereiro 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- novembro 2019
- outubro 2019
- setembro 2019
- agosto 2019
- julho 2019
- junho 2019
- maio 2019
- abril 2019
- março 2019
- fevereiro 2019
- janeiro 2019
- dezembro 2018
- novembro 2018
- outubro 2018
- setembro 2018
- agosto 2018
- julho 2018
- junho 2018
- maio 2018
- abril 2018
- março 2018
- fevereiro 2018
- janeiro 2018
- dezembro 2017
- novembro 2017
- outubro 2017
- setembro 2017
- agosto 2017
- julho 2017
- junho 2017
- maio 2017
- abril 2017
- março 2017
- fevereiro 2017
- janeiro 2017
- dezembro 2016
- novembro 2016
- outubro 2016
- setembro 2016
- agosto 2016
- julho 2016
- junho 2016
- maio 2016
- abril 2016
- março 2016
- fevereiro 2016
- janeiro 2016
- dezembro 2015
- novembro 2015
- outubro 2015
- setembro 2015
- agosto 2015
- julho 2015
- junho 2015
- maio 2015
- abril 2015
- março 2015
- fevereiro 2015
- janeiro 2015
- dezembro 2014
- novembro 2014
- outubro 2014
- setembro 2014
- agosto 2014
- julho 2014
- junho 2014
- maio 2014
- abril 2014
- março 2014
- fevereiro 2014
- janeiro 2014