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Suprema Corte de Israel nega o direito ao casamento homoafetivo

A decisão foi unânime e apontou que em território israelense os tribunais rabínicos detém a palavra final sobre casamentos, de modo que como o Supremo local não é uma entidade eclesiástica, não pode decidir sobre matrimônios.


Israel é considerado um dos países mais progressistas do Oriente Médio e cerca de 64% da população apoia o casamento homoafetivo.

 

Ainda assim, em julho uma parada do orgulho LGBT foi cancelada em Bersebá, uma cidade de cerca de 200 mil habitantes, após a polícia local afirmar que os opositores do evento representavam uma possibilidade violência letal.

 

Em julho de 2015, um judeu ultraortodoxo matou uma adolescente a facadas na parada LGBT de Jerusalém. Ele havia sido solto da prisão três semanas antes, onde cumpria pena atacar pessoas com facas no mesmo evento em 2005.

 

 

Fonte: Site Sputnik

 

 

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