Ação foi realizada nesta quarta-feira (8/3) no Centro Integrado de Atendimento à Mulher
O Recivil participou, nesta quarta-feira (08/03), da Rua de Direitos – Mulheres, uma edição especial do projeto Rua de Direitos no Dia Internacional da Mulher. O evento aconteceu no Centro Integrado de Atendimento à Mulher (Ciam), no bairro Lagoinha, em Belo Horizonte, com a finalidade de promover a autoestima, legalização e emissão de segunda via de documentos e acolhimento de forma humanizada da população em situação de rua.

O Recivil atendeu as solicitações de segundas vias de certidões de nascimento e casamento. Os demais serviços oferecidos foram atendimento jurídico e processual, aconselhamento psicológico, arara solidária com roupas e calçados, emissão de título de eleitor, massagem, maquiagem, corte de cabelo, orientações sobre autoexame de mama e doenças sexualmente transmissíveis, além de benefícios previdenciários e rodas de conversa.

A diretora Soraia Boan e a assistente Alexia Santos Melo representaram o setor de Projetos Sociais do Recivil, departamento atuante no que diz respeito a dignidade e cidadania da população mais vulnerável.

“Foi um dia muito produtivo. Conseguimos atender 19 pessoas com demandas de segunda via de certidões entre nascimento e casamento. Eventos como este nos enche de orgulho”, comemora Alexia.
“Foi de fato um evento muito importante. Um dos objetivos desta gestão do Recivil é promover um olhar humanizado e um respeito irrestrito ao cidadão. Essas mulheres estão em busca de informações e é nosso papel oferecer soluções. O acesso às certidões de nascimento e casamento de forma desburocratizada viabiliza a pessoa obter os demais documentos, bem como, acessar diferentes direitos como saúde, educação e assistência social. O objetivo maior é contribuir para que elas resgatem sua autoestima e seus sonhos”, afirmou Soraia.
Uma roda de conversa abordou situações vivenciadas pelas mulheres e mulheres trans assistidas. Elas foram orientadas sobre a obtenção de diversos tipos de serviço, como mudanças de nome e procedimentos para reconhecimento de paternidade, e sobre caminhos para a procura de ajuda em casos de violência doméstica.

“Eu só tenho a agradecer, me sinto muitas vezes perdida e tenho vergonha de entrar nos lugares e pedir informações, aqui fui ouvida, acolhida e me sinto feliz”, declarou Monique das Graças, uma das mulheres atendidas na ação.
A programação, que incluiu ainda refeição e distribuição de kits de higiene, foi encerrada com uma apresentação da Orquestra Jovem do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Além do Recivil, são parceiros no Rua de Direitos – Especial Mulheres, o TJMG, o Comitê PopRua/Jus, o Serviço Social Autônomo (Servas), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Prefeitura de Belo Horizonte, a Defensoria Pública de Minas Gerais, a Defensoria Pública da União, a Polícia Civil de Minas Gerais e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG).
Rua do Respeito
O projeto “Rua de Direitos” integra o Rua do Respeito, Termo de Cooperação Técnica (TCT) firmado em 2015 pelo MPMG, TJMG e Servas, dando origem, no âmbito do Poder Executivo, ao Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional para População em Situação de Rua de Minas Gerais (Comitê PopRua-MG). O TCT foi renovado em 2020 e, com o tempo, outras instituições se integraram ao grupo.

Além da equipe de Projetos do Recivil, outros representantes de entidades marcaram presença no local como o juiz diretor do Foro de Belo Horizonte, Sérgio Henrique Cordeiro Caldas Fernandes; a desembargadora Luísa Marilac do TJMG e a juísa Maria Luiza de Andrade Rangel Pires, coordenadora do Centro de Reconhecimento de Paternidade de Belo Horizonte.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Recivil
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