Para especialista, no próximo biênio as aplicações dos certificados deverão crescer 50%
O Brasil emitiu cerca de dez milhões de certificados digitais nos últimos dois anos, de acordo com o diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Renato Martini.
Vinculado à Casa Civil da Presidência da República, o ITI tem como objetivo oferecer à sociedade brasileira um sistema de certificação digital estável e confiável que dê mais segurança às informações que trafegam nas redes de computadores.
“O importante aqui, porém, não é o caráter quantitativo, mas a aplicação desses certificados”, disse Martini, após participar do comitê de Tecnologia em Negócios da Amcham-Porto Alegre, nesta quarta-feira
O certificado digital é um documento eletrônico que contém informações que identificam uma pessoa, uma máquina ou uma instituição na internet. Para fazer isso, ele usa um software como intermediário – pode ser o navegador, o cliente de email ou outro programa que reconheça esse dado. O certificado digital é emitido para pessoas físicas e jurídicas (empresas ou municípios), equipamentos e aplicações.
Incremento nas aplicações
Conforme projeção do diretor-presidente do ITI, no próximo biênio as aplicações dos certificados digitais devem crescer 50%. “Tudo aquilo que hoje precisa de assinatura e carimbo poderá ser feito através de um portal na internet, ou seja, todos os processos de credenciamento e pedidos de novos documentos e informações, que hoje movimentam papel”, destacou.
Para Martini, uma micro ou pequena empresa pode reduzir seus custos em torno de 60% com a certificação digital. O procedimento já é uma realidade nas empresas. O desafio agora está na sua popularização junto à população, o que passa pela massificação do uso da internet.
Um dos estados do Brasil que já estão à frente nesse processo é o Rio Grande Sul, revelou Martini. Ele coloca o RS como vanguardista no que se refere à nota fiscal eletrônica e o destaca como o maior emissor do país.
Fonte: Agência Amcham
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