Entrevistado pelo Canal Livre, o ministro falou sobre a polêmica envolvendo este órgão do Judiciário
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O programa Canal Livre, da Band, entrevistou, nesta semana, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes. Ele comentou a declaração da corregedora de Justiça Elena Calmon, que disse que “existem bandidos escondidos atrás da toga”.
Mendes respondeu que já há uma ação contra esse tipo de crime. “O CNJ tem atuado para afastar magistrados envolvidos com desvio de conduta”. O problema do discurso, segundo ele, foi a generalização feita pela magistrada.
Sobre as brigas entre as associações de magistrados e o CNJ, o entrevistado disse que existem diferentes visões de cada lado, mas que é necessária uma ajuda mútua entre os dois para que sejam resolvidos os problemas.
“O CNJ nos dá orgulho”, afirmou ele, explicando em seguida que foi o Conselho que permitiu o combate ao nepotismo e a obrigatoriedade do concurso público para funcionários de cartórios.
Metas
“Um em cada três cidadãos tem uma demanda judicial”, afirmou o entrevistado. “Isso mostra que a população acredita na Justiça, […] mas também que nossa sociedade é muito dependente do judiciário”.
“O Brasil é um dos países mais informatizados nessa área”, exemplificou Mendes, ao apontar os pontos positivos e as melhorias no sistema judiciário brasileiro. Em relação às metas pretendidas pelo CNJ, o ministro explicou que, em seu mandato, grande parte delas foi cumprida.
Quanto à meta de julgar os processos que se iniciaram até 2005, ele disse que, ao tentarem extinguir esses casos, descobriram-se os problemas existentes, as falhas. Assim, foi possível identificar as deficiências de cada estado brasileiro e criar parcerias com universidades, ou instituições, para que houvesse o andamento das investigações.
Alternativas
O ministro deu como alternativas para que haja uma diminuição do número de processos em andamento no país as Semanas da Conciliação, nas quais as pessoas são chamadas para resolver tudo em forma de acordos.
Ele também aponta a criação de setores, dentro das divisões já existentes, que resolvam os problemas sem que seja necessária a intervenção do Judiciário. Ou seja, setores conciliadores.
Mensalão
O ministro explicou o motivo de não haver condenações no passado nem mesmo absolvições; o que ocorria era uma paralização dos processos, diz Mendes.
Com uma mudança na Constituição ficou mais fácil o andamento das investigações, e o STF pode julgar de forma mais rápida e fácil os casos apresentados, segundo o entrevistado. "Dessa forma, já é possível observar condenações e absolvições em maior número".
Fonte: Band
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