No dia 8, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) empossa a ministra ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no cargo de corregedora nacional de Justiça. A posse ocorre, às 18h, em sessão pública presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Cezar Peluso, na sala de sessões daquele conselho.
Ao ser eleita por aclamação para substituir o ministro Gilson Dipp no cargo, a ministra mantém o pioneirismo que a fez ser a primeira juíza togada a integrar um tribunal superior ao ser, de novo, a primeira mulher, não só integrar o Conselho Nacional de Justiça, mas a assumir a Corregedoria, órgão que atua na orientação, coordenação e execução de políticas públicas voltadas à atividade correcional e ao bom desempenho da atividade judiciária dos tribunais e juízos do País.
Durante os dois anos de mandato, a ministra ficará afastada dos julgamentos da Segunda Turma e da Primeira Seção, colegiados do STJ que integrou desde a sua posse, mas continuará atuando na Corte Especial.
Magistrada há 32 anos, a ministra Calmon destacou, quando da sua indicação que não será fácil substituir o ministro Dipp, que fez uma excelente administração à frente da Corregedoria Nacional de Justiça. “O ministro Gilson Dipp quebrou paradigmas. Farei dele um exemplo, com as nuances próprias da minha personalidade. Estejam certo que não os decepcionarei e farei o que eu sempre faço: amar a magistratura e fazer de meu trabalho a minha religião”.
Baiana da capital, Eliana Calmon é a primeira juíza togada a chegar a um tribunal superior. Foi empossada no STJ em 1999, após ter exercido as funções de procuradora da República, na Subprocuradoria-Geral da República; de juíza federal, na Seção Judiciária da Bahia; e de juíza do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Fonte: Site do STJ
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