Nos últimos dois anos, marcados pela pandemia da covid-19, 505 crianças foram registradas sem o nome do pai, em Uberaba. É o que aponta dados inéditos levantados pelos Cartórios de Registro Civil de Uberaba, enviados com exclusividade ao Jornal da Manhã pela assessoria de imprensa do Recivil. Ao todo, o número representa cerca de 6% dos recém-nascidos e ganha ainda mais relevância quando confrontado à informação de que, nos últimos dois anos, o município registrou o menor quantitativo de nascimentos.
Na certidão de nascimento de 264 uberabenses nascidos no ano de 2020 consta apenas o nome da mãe. No ano seguinte, o número de crianças na mesma situação foi de 241. Os mesmos anos são os de menores registros de nascimentos na história da cidade, sendo 2.858 em 2020 e 2.825 em 2021.
“Hoje em dia, o procedimento de reconhecimento de paternidade pode ser feito de forma rápida e simples no Cartório de Registro Civil, sem a necessidade de procedimento judicial, podendo inclusive a mãe fazer a indicação do suposto pai em caso de negativa do genitor”, afirma Genilson Gomes, presidente do Recivil.
MINAS GERAIS
O número de crianças registradas sem a alcunha paterna em Minas Gerais como um todo, também é expressivo. No estado, apenas nos dois primeiros anos de pandemia, mais de 23 mil crianças possuem apenas o nome da mãe em suas certidões. Quando pensado no total de nascimentos registrados, a parcela representa 4,84% dos recém-nascidos mineiros. Minas Gerais segue em reflexo da mesma situação vivida por Uberaba, onde, nos dois últimos anos, tem-se o menor número de nascimentos já registrados. Dos 247.828 registros de 2020, 11.966 não possuem o nome do pai. O mesmo se aplica a 11.788 crianças dos 243.818 nascimentos totais de 2021.
ONDE CONSULTAR
Os dados constam nos dois novos módulos presentes no Portal da Transparência do Registro Civil e podem ser consultados em “Pais Ausentes” e “Reconhecimento de Paternidade” através deste link.
Fonte: JM Online
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