Kátia tentava engravidar quando o marido descobriu um câncer. Antes de começar a quimioterapia, o médico recomendou que ele guardasse o sêmen congelado. Mas Roberto não deixou por escrito que era da vontade dele que a fecundação artificial fosse feita, mesmo após a morte.
A repórter Ana Zimmerman conta por que a notícia do nascimento de um bebê no Paraná chamou a atenção de tanta gente.
Kátia viveu, aos 39 anos, a emoção de ter o primeiro filho. “Foi uma benção, uma criatura linda e maravilhosa está aqui comigo”, contou.
Em cada quarto de maternidade, há uma história diferente e que começou bem antes do nascimento, com o encontro dos pais, a gravidez. Essas diferenças são ainda maiores na história de Luisa Roberta. Para ter a neném nos braços, a mãe enfrentou batalhas em clínicas e tribunais.
Kátia tentava engravidar quando o marido Roberto descobriu um câncer. Antes de começar a quimioterapia, o médico recomendou que ele guardasse o sêmen congelado. Um ano depois, Roberto morreu.
Kátia conta que prometeu ao marido que teria um filho dele: “Eu fui muito feliz com ele, nós dois juntos sempre fomos muito felizes, sempre fomos realizados, tínhamos muito amor entre a gente e eu queria continuar esse amor”.
Mas Roberto não deixou por escrito que era da vontade dele que a fecundação artificial fosse feita, mesmo após a morte. Por isso, Kátia teve que entrar na Justiça para engravidar. E ganhou a ação. A decisão é inédita no Brasil.
Logo na primeira tentativa, Kátia engravidou. Durante a gestação, recebeu o apoio da família dela, da do pai do bebê e dos médicos. “É uma sensação maravilhosa, no sentido de você participar desse nascimento, dessa renovação da vida”, disse o médico Edson Tizzot.
A menina nasceu na segunda (20), com 45 centímetros, 2,790 quilos e boa saúde. A mãe deu a ela o nome de Luisa Roberta, em homenagem ao marido.
E não é que o bebê se parece com o pai? “Narizinho, olhinho, sobrancelha, o queixinho. Ele renasceu na família”, afirmou Kátia.
Fonte: Site Jornal Nacional
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