A americana Erin Whittaker tinha 21 anos quando se casou com um brasileiro para que ele recebesse visto de residente nos EUA. Era 2004, ela estava grávida, solteira e sem dinheiro. Em 2005, casou-se com outro. Em 2006, mais outro.
Anteontem, um tribunal de Massachusetts a condenou a dois anos por fraude conjugal, mas converteu a pena a cem horas de serviço comunitário.
"Ela é grata por ter recebido o sursis da pena", disse à Folha seu advogado, James Duggan. A pena máxima era de cinco anos de prisão ou multa de US$ 250 mil (RS$ 436 mil).
Os nomes dos três brasileiros, que se denunciados seriam deportados, foram omitidos do processo. Não há registro dos casamentos –em East Providence (Rhode Island) e Taunton e New Bedford (Massachusetts)– no Consulado do Brasil em Boston.
O advogado diz que sua cliente não manteve contato com os "maridos". Mas nunca chegou a se divorciar. Não foi, porém, indiciada por bigamia. O juiz entendeu que a intenção não foi manter matrimônios, mas fraudar a imigração.
"Ela era muito nova, estava grávida e solteira. Aceitou a [primeira] oferta. Depois de um curto período, foi abordada de novo. E três vezes aceitou."
Com a decisão, os casamentos perdem valor legal. Erin hoje tem dois filhos de outros pais e, diz Duggan, "vive uma relação estável há três anos com um cidadão dos EUA".
Fonte: Folha Online
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