Foi a primeira alta na década. Parcela de homens casados é maior que a de mulheres
Clarice Spitz
Pela primeira vez nesta década, a taxa de fecundidade da brasileira (número de filhos por mulheres) voltou a subir. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE, a taxa de fecundidade passou de 1,89 criança por mulher, em 2008, para 1,94 em 2009. Em 2002, por exemplo, a média era de 2,26 filhos por brasileira. Para o instituto, no entanto, a variação mostra uma estabilidade.
– A longo prazo, ela mantém tendência de queda – afirma Maria Lúcia Vieira, gerente da pesquisa.
Para Eduardo Nunes, presidente do IBGE, o Brasil está caminhando para um padrão próximo ao de países desenvolvidos: – Se olharmos a década de 90, o retrato é de uma taxa de 1,9 (criança por mulher). O Brasil está caminhando para ter um perfil europeu, mais rapidamente que na Europa.
A Pnad aponta ainda que continuou a tendência de envelhecimento da população.
Os maiores de 60 anos representavam 21,7 milhões dos brasileiros no ano passado. A população de idosos aumentou em 697 mil na passagem de 2008 para 2009. Os idosos passaram a representar 11,3% da população. Em 2004, respondiam por 9,7%. Já as parcelas entre 25 e 39 anos e entre 40 e 59 anos correspondiam a 23,7% e 23,4% da população em 2009, respectivamente.
Por outro lado, a parcela da população mais jovem, entre zero e 24 anos, reduziu de forma significativa sua participação.
Estes eram 46,3% dos brasileiros em 2004 e atualmente representam 41,6%.
A família brasileira tinha em média 3,1 pessoas em 2009. A maior parte dos brasileiros estava casada (45,8%). No entanto, havia maior proporção de homens casados que de mulheres.
Eles eram 33,078 milhões com casamento registrado em cartório ou 47,6% do total de homens, enquanto que entre mulheres esse percentual era de 44,2% do total.
Fonte: O Globo
Posts relacionados
ARQUIVOS
- agosto 2025
- julho 2025
- junho 2025
- maio 2025
- abril 2025
- março 2025
- fevereiro 2025
- janeiro 2025
- dezembro 2024
- novembro 2024
- outubro 2024
- setembro 2024
- agosto 2024
- julho 2024
- junho 2024
- maio 2024
- abril 2024
- março 2024
- fevereiro 2024
- janeiro 2024
- dezembro 2023
- novembro 2023
- outubro 2023
- setembro 2023
- agosto 2023
- julho 2023
- junho 2023
- maio 2023
- abril 2023
- março 2023
- fevereiro 2023
- janeiro 2023
- dezembro 2022
- novembro 2022
- outubro 2022
- setembro 2022
- agosto 2022
- julho 2022
- junho 2022
- maio 2022
- abril 2022
- março 2022
- fevereiro 2022
- janeiro 2022
- dezembro 2021
- novembro 2021
- outubro 2021
- setembro 2021
- agosto 2021
- julho 2021
- junho 2021
- maio 2021
- abril 2021
- março 2021
- fevereiro 2021
- janeiro 2021
- dezembro 2020
- novembro 2020
- outubro 2020
- setembro 2020
- agosto 2020
- julho 2020
- junho 2020
- maio 2020
- abril 2020
- março 2020
- fevereiro 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- novembro 2019
- outubro 2019
- setembro 2019
- agosto 2019
- julho 2019
- junho 2019
- maio 2019
- abril 2019
- março 2019
- fevereiro 2019
- janeiro 2019
- dezembro 2018
- novembro 2018
- outubro 2018
- setembro 2018
- agosto 2018
- julho 2018
- junho 2018
- maio 2018
- abril 2018
- março 2018
- fevereiro 2018
- janeiro 2018
- dezembro 2017
- novembro 2017
- outubro 2017
- setembro 2017
- agosto 2017
- julho 2017
- junho 2017
- maio 2017
- abril 2017
- março 2017
- fevereiro 2017
- janeiro 2017
- dezembro 2016
- novembro 2016
- outubro 2016
- setembro 2016
- agosto 2016
- julho 2016
- junho 2016
- maio 2016
- abril 2016
- março 2016
- fevereiro 2016
- janeiro 2016
- dezembro 2015
- novembro 2015
- outubro 2015
- setembro 2015
- agosto 2015
- julho 2015
- junho 2015
- maio 2015
- abril 2015
- março 2015
- fevereiro 2015
- janeiro 2015
- dezembro 2014
- novembro 2014
- outubro 2014
- setembro 2014
- agosto 2014
- julho 2014
- junho 2014
- maio 2014
- abril 2014
- março 2014
- fevereiro 2014
- janeiro 2014