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Concurso do TJ-MG

Elogios à caligrafia, notas rasuradas sem assinatura do examinador, erros comuns apontados em algumas provas e ignorados em outras, nota máxima para um candidato que se identificou na prova. Essas são apenas algumas das supostas irregularidades cometidas na prova escrita do último concurso aberto pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais para preencher 468 vagas em cartórios de todo o estado, conta o jornal Estado de Minas. O teste foi aplicado em 6 e 7 de agosto e já é alvo de um procedimento de controle administrativo instaurado no Conselho Nacional de Justiça e assinado por 27 dos 2.701 candidatos às vagas.

Fonte: Conjur
 

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