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Clipping – Revista Veja – O lado prático

Uma simulação do processo para a obtenção de um certificado eletrônico, feita por VEJA, levou às seguintes conclusões:

Primeiro passo: no computador de casa

Comentário: essa etapa é fácil mesmo para aqueles que não entendem nada de informática. Basta seguir o passo-a-passo indicado. A operação durou trinta minutos.

Como funciona: é preciso entrar no site de uma das três agências credenciadas pelo governo que oferecem o serviço completo (www.acsincor.org, www.certisign.com.br e www.serasa.com.br), selecionar o ícone referente ao e-CPF e digitar os dados pessoais pedidos. Em seguida, a pessoa cria uma senha de seis a doze dígitos composta de números e letras. Essa senha servirá para identificá-la no momento em que for pessoalmente à agência concluir o processo para tirar o certificado digital. Ainda em casa, ela escolhe o tipo de certificado que quer comprar. Há três opções disponíveis.

1. CERTIFICADO A1
(consiste apenas na senha)

Vantagem: é o mais barato.

Desvantagens: tem menor duração que os outros – um ano – e só pode ser acessado com segurança do computador em que a senha foi registrada.

Melhor preço pesquisado por VEJA: 100 reais.

2. CERTIFICADO A3
(no cartão com chip)

Vantagens: dura de dois a três anos (dependendo da agência que vende) e permite fazer operações com segurança de qualquer computador.

Desvantagem: é preciso comprar uma leitora para o cartão (a ser conectada na saída USB do computador), sem a qual não dá para usar o sistema.

Melhor preço pesquisado por VEJA: 200 reais (com duração de três anos), mais 150 reais pela leitora.

3. CERTIFICADO A3
(no token)

Vantagens: dura de dois a três anos (dependendo da agência que vende), permite fazer operações com segurança de qualquer computador e não necessita de acessórios para ser utilizado.

Desvantagem: é o mais caro.

>Melhor preço pesquisado por VEJA: 410 reais (por três anos).

Segundo passo: na agência responsável pela emissão do e-CPF

Comentário: a operação levou quinze minutos. Foi o tempo de a atendente conferir se os dados fornecidos previamente na internet estavam de acordo com os documentos originais.

Como funciona: é preciso agendar uma visita em um dos 332 postos especializados (cujos telefones estão nos sites das agências credenciadas). Para efetuar a compra do certificado, é necessário comparecer pessoalmente a um desses postos munido de RG, CPF, comprovante de residência e uma foto 3X4.

Código (até agora) infalível

A tecnologia que resultou na certificação digital foi patenteada em 1983, por três professores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. O sistema é composto de duas senhas, que, no jargão dos especialistas, são “chaves”. Uma dessas chaves é privada e fica em poder de quem a criou. A outra é pública, está disponível na internet e funciona como se fosse uma contra-senha. A junção das duas é que faz o sistema funcionar. Como os números das chaves têm até 2000 algarismos e são produto de complexas operações matemáticas, que permitem trilhões de combinações, os especialistas afirmam que quebrar o sigilo de tal equação é praticamente impossível. Até hoje, ninguém conseguiu. Por essa razão, o Departamento de Defesa americano passou a utilizar o certificado eletrônico com o objetivo de controlar o acesso às informações que trafegam em sua rede de computadores. O sistema conta com 3,5 milhões de usuários.

Fonte: Revista Veja

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