Não enfrentar mais as dores de cabeça causadas por homônimos que estão devendo na praça, não ser confundido com algum suspeito pela polícia e nunca ser preso por engano. Além disso, não esperar 15 dias para tirar a segunda via da carteira de identidade e, de quebra, poder fazer o check-in e pegar o avião, mesmo tendo esquecido o documento em casa. Facilidades como essas serão possíveis em São Paulo a partir da implantação do sistema de identificação digital automático. É o que afirma o governo do Estado, que vai recorrer à Parceria Público Privada (PPP) para tornar a proposta viável. “A idéia é melhorar a vida do cidadão e o trabalho da polícia”, disse o secretário de Economia e Planejamento, Fernando Braga.
A partir da PPP, o governo fará licitação para definir empresas que vão investir de R$ 500 milhões a R$ 600 milhões na digitalização de 45 milhões de dados datiloscópicos. Os parceiros vão implantar o Automated Figerprint Identification Systems (Afis), sistema usado nos EUA, Europa e África do Sul, capaz de reconhecer digitais em 5 segundos. Em troca, ganham o direito de comercializar um sistema de confirmação de RG junto à iniciativa privada. As informações do cadastro não serão disponibilizadas.
Com a modernização, o governo aposta na redução de crimes e na rapidez para identificar criminosos. Casos como a demora na identificação de corpos como os que chegaram ao Instituto Médico-Legal na onda de violência causada pelo PCC vão deixar de acontecer. “Se a vítima tiver feito um RG, será reconhecida pela digital”, explicou Elaine Manzano, coordenadora do grupo de trabalho de identificação digital da Secretaria da Segurança Pública.
No Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt, que concentra dados civis e criminais, o trabalho será acelerado. “Ninguém vai esperar 15 dias pela segunda via do RG”, lembrou o diretor, Carlos Siqueira. O governo não disse em quanto tempo o sistema estará funcionando, mas quer lançar a licitação nesta gestão.
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