Um sábado (12 de maio) marcado pela união de cem casais. O Tribunal de Justiça do Amapá realizou em Laranjal do Jari a edição de número 56 do Casamento Comunitário. O Projeto realiza o sonho dos casais que desejam formalizar o relacionamento conjugal, mas não possuem condições de custear a cerimônia. Durante a cerimônia civil, casais das mais diferentes idade e tempo de união, aguardavam ansiosos para formalizar o casamento.
No Sul do Amapá, a concretização desta iniciativa resultou da parceria entre Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Prefeitura de Laranjal do Jari, Cartório Camargo, Asembleia de Deus e empresariado local.
O coordenador do Projeto, o juiz Heraldo Costa, ressaltou que o Estado precisa estimular ações para que a família se orne a base da sociedade. Dessa maneira, o Casamento Comunitário tem proporcionado, a união oficial de casais que não têm condições de custear as despesas de uma cerimônia civil. "O Tribunal de Justiça não dispõe de verba social. Por isso, as parcerias com órgãos públicos e privados têm nos ajudado a realizar o Casamento Comunitário", informou.
O Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Mário Gurtyev de Queiroz, destacou a importância da parceria firmada com outros órgãos e a satisfação em contribuir para a organização da sociedade. "Além da responsabilidade social e dos benefícios que esta união trará na prática, também representa a realização de um sonho destas famílias que hoje contraem matrimônio de forma oficial", disse o Presidente.
UMA DÉCADA DE IMPLANTAÇAO
O projeto Casamento Comunitário foi implantado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amapá em 2002. Nesse período já foram realizadas 56 edições. A meta do Poder Judiciário é contribuir para a organização da sociedade civil. O Projeto nasceu há dez anos e propõe a união oficial de casais que vivem em união estável. Esta foi a terceira edição do Projeto no ano de 2012, que totaliza 9.650 casamentos já realizados ao longo dos anos.
Fonte: TJAP
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