Ao todo, 5% das crianças brasileiras não têm certidão de nascimento. Essa situação está melhorando, mas ainda é grave no Norte e no Nordeste.
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Sara já tem 7 meses de vida, mas é como se nem tivesse nascido. Ela é filha de Samara, de apenas 14 anos. Nasceu em um hospital de Maceió e ainda não foi registrada. Mas quando a menina adoeceu e precisou de um exame pelo SUS a certidão de nascimento fez falta. “Eu fui num posto e só faz esse exame com o cartão do SUS e o cartão do SUS só se faz com o registro. Ela não pode fazer. Decidimos agora que a Samara vai registrar a filha dela vamos cuidar do registro o mais breve possível para fazer o cartão do SUS dela”, disse a dona de casa Sandra Maria da Silva.
Casos como o de sara diminuíram no Brasil, mas o número de crianças que não são registradas ainda está longe de chegar ao fim. Uma pesquisa divulgada identificou que 5% das crianças nascidas no Brasil não têm certidão de nascimento. Duas regiões brasileiras ainda preocupam na quantidade de crianças sem registro. No Norte do país, mais de 15% das crianças não tem certidão de nascimento; e Nordeste, mais de 14%.
“Esses números no Brasil estão muito concentrados em populações que são populações tradicionais, como indígenas, quilombolas, ciganos. Então essas populações, elas ficam muito à margem de todos os direitos, de todos os serviços”, afirma a administradora executiva da Fundação Abrinq, Heloísa Oliveira.
Um pediatra membro da Associação Brasileira de Pediatria explica que sem o registro de nascimento a criança perde, entre outras coisas, o direito de ser atendida pelo SUS, como aconteceu com a Sara. “Sem o registro vai complicar toda a vida dessa criança. É uma documentação imprescindível para a existência dessa criança enquanto cidadã”, diz Cláudio Soriano.
Fonte: G1
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