[vc_row][vc_column][vc_column_text]Palestra realizada durante a tarde do primeiro dia do Congresso Nacional do Registro Civil – Conarci 2020 teve como tema “O protagonismo do Registro Civil – Ofício da Cidadania”. Participaram do painel o secretário nacional da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), Gustavo Fiscarelli; o diretor de Promoção e Educação em Direitos Humanos do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Gustavo Lima Braga; o gestor da Autoridade Certificadora Brasileira de Registros (AC BR), Rodrigo Paiva; e o presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Maranhão (Arpen/MA), Devanir Garcia.
Em sua fala, Braga ressaltou que o Registro Civil das Pessoas Naturais (RCPN) é importante como primeiro passo para inclusão do cidadão na sociedade. Na opinião dele, a relevância do RCPN se concentra, principalmente, no papel que desempenha para a identificação civil das pessoas. Além disso, lembrou que, hoje, os bancos de dados são grandes instrumentos de poder, cabendo aos registradores civis guardarem e protegerem os dados pessoais dos cidadãos.
O diretor também falou a respeito da atuação dos Cartórios de Registro Civil na diminuição dos índices de subregistro no Brasil. Segundo ele, esse é um trabalho que vem sendo muito bem feito, e que merece ser parabenizado. “Temos de continuar neste caminho para, um dia, zerar esse índice no País”.
O presidente da Arpen/MA, Devanir Garcia, relatou a experiência vivida por ele em seu ofício de Registro Civil, no município de Açailândia, no Maranhão, na questão da identificação civil e do esforço para diminuição do subregistro. “Em nossa cidade, criamos uma rede de atendimento às famílias, desde o pré-natal, para que quando a mãe vá à maternidade dar à luz a seu filho já saia de lá com toda a documentação em mãos”, contou. Para Garcia, é papel dos registradores civis fazer a provocação sobre esse tema em seus municípios. “Nós temos a obrigação legal com relação aos registros de nascimento, mas também precisamos exercer com afinco essa nossa função e não ficarmos só atrás do balcão, aguardando que venham até nós. Temos que nos engajar”.
Já o secretário nacional da Arpen-Brasil, Gustavo Fiscarelli, citou que estamos todos vivendo um momento disruptivo no que diz respeito ao registro dos cidadãos. “Ficou escancarado, nessa pandemia, quantos são os brasileiros que simplesmente não existem para o Estado, e isso só aconteceu porque havia um auxílio emergencial a ser recebido pela população”, disse.
Na sequência, o gestor da AC BR, Rodrigo Paiva, falou a respeito de como a sociedade tem se tornado a cada dia mais baseada em relações virtuais. “As interações remotas chegaram para ficar, estamos migrando para uma sociedade digital”, afirmou. As medidas tomadas pelo governo neste ano, em concordância com essa mudança de mentalidade, também foram comentadas pelo gestor. Uma dessas medidas foi a publicação da Lei Federal 14.063, de setembro de 2020, que dispõe sobre o uso de assinaturas eletrônicas no Brasil. No último dia 16 de novembro, também foi publicado o Decreto 10.543, que regulamenta a determinada lei, estabelecendo os níveis mínimos exigidos para cada modalidade de assinatura eletrônica.
Por fim, Paiva falou a respeito da importância da ampliação das atividades nos Cartórios de Registro Civil. “O Ofício da Cidadania não representa uma vitória dos registradores, mas uma vitória do Brasil. E podemos avançar ainda mais. O balcão físico dos Cartórios pode ser melhor utilizado pelo Governo para que possa estar ainda mais próximo dos cidadãos, por meio das mãos do RCPN”, afirmou. Fiscarelli reforçou que o Registro Civil está à disposição do Governo para ações em busca da garantia da cidadania. “Que vocês possam sempre ver o RCPN como aliado nessa missão humanitária”.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Arpen-Brasil
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Posts relacionados
ARQUIVOS
- agosto 2025
- julho 2025
- junho 2025
- maio 2025
- abril 2025
- março 2025
- fevereiro 2025
- janeiro 2025
- dezembro 2024
- novembro 2024
- outubro 2024
- setembro 2024
- agosto 2024
- julho 2024
- junho 2024
- maio 2024
- abril 2024
- março 2024
- fevereiro 2024
- janeiro 2024
- dezembro 2023
- novembro 2023
- outubro 2023
- setembro 2023
- agosto 2023
- julho 2023
- junho 2023
- maio 2023
- abril 2023
- março 2023
- fevereiro 2023
- janeiro 2023
- dezembro 2022
- novembro 2022
- outubro 2022
- setembro 2022
- agosto 2022
- julho 2022
- junho 2022
- maio 2022
- abril 2022
- março 2022
- fevereiro 2022
- janeiro 2022
- dezembro 2021
- novembro 2021
- outubro 2021
- setembro 2021
- agosto 2021
- julho 2021
- junho 2021
- maio 2021
- abril 2021
- março 2021
- fevereiro 2021
- janeiro 2021
- dezembro 2020
- novembro 2020
- outubro 2020
- setembro 2020
- agosto 2020
- julho 2020
- junho 2020
- maio 2020
- abril 2020
- março 2020
- fevereiro 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- novembro 2019
- outubro 2019
- setembro 2019
- agosto 2019
- julho 2019
- junho 2019
- maio 2019
- abril 2019
- março 2019
- fevereiro 2019
- janeiro 2019
- dezembro 2018
- novembro 2018
- outubro 2018
- setembro 2018
- agosto 2018
- julho 2018
- junho 2018
- maio 2018
- abril 2018
- março 2018
- fevereiro 2018
- janeiro 2018
- dezembro 2017
- novembro 2017
- outubro 2017
- setembro 2017
- agosto 2017
- julho 2017
- junho 2017
- maio 2017
- abril 2017
- março 2017
- fevereiro 2017
- janeiro 2017
- dezembro 2016
- novembro 2016
- outubro 2016
- setembro 2016
- agosto 2016
- julho 2016
- junho 2016
- maio 2016
- abril 2016
- março 2016
- fevereiro 2016
- janeiro 2016
- dezembro 2015
- novembro 2015
- outubro 2015
- setembro 2015
- agosto 2015
- julho 2015
- junho 2015
- maio 2015
- abril 2015
- março 2015
- fevereiro 2015
- janeiro 2015
- dezembro 2014
- novembro 2014
- outubro 2014
- setembro 2014
- agosto 2014
- julho 2014
- junho 2014
- maio 2014
- abril 2014
- março 2014
- fevereiro 2014
- janeiro 2014