Os envolvidos na venda de um bebê de três meses no Litoral Norte de Santa Catarina vão responder em liberdade pelos crimes de tráfico, falsidade ideológica e registro ilegal da criança, conforme a Polícia Civil de Balneário Camboriú, que solucionou o caso.
Segundo a polícia, o bebê de três meses foi vendido pela mãe a um casal paranaense e retornou na madrugada desta terça-feira (17) para a Camboriú sob os cuidados do Conselho Tutelar. A Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Balneário Camboriú cumpriu o mandando de busca e apreensão, na cidade de Palmas, no Paraná. Segundo a polícia, a mãe da criança tem 18 anos e uma semana antes de sar à luz viajou para a cidade do interior paranaense. Após o nascimento, um casal, que acompanhou a gestação, ficou com a menina. A investigação apurou que a mãe biológica recebia cerca de R$ 600 por mês para os gastos com a gravidez.
As investigações começaram no fim de agosto, quando o Conselho Tutelar de Camboriú recebeu uma denúncia anônima e comunicou a polícia. Na época, a mãe biológica da criança foi ouvida e apresentou várias versões sobre o paradeiro do bebê. Conforme informações do delegado da DIC Osnei de Oliveira, uma mulher soube que a mãe adolescente queria abortar e intermediou a venda da criança.
A pessoa que intermediou a venda é irmã do homem que registrou a criança como sendo filha dele. "A família nem sempre está emocionalmente preparada para receber a criança. Nós percebemos o desequilíbrio da família, que não estava preparada para cuidar do recém-nascido", disse o conselheiro tutelar Manoel Mafra.
A Polícia Civil de Balneário Camboriú está investigando se o casal deu mais algum dinheiro para a mãe, além dos R$ 600 mensais. À polícia, o casal que comprou a criança disse que também pagou o procedimento da cesariana, mas a criança nasceu por parto normal. Os policiais vão investigar se a mulher suspeita de intermediar a venda ficou com o dinheiro.
Fonte:G1
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