A palavra adotar vem do latim adoptare, que significa escolher, perfilhar, dar o seu nome a, optar, ajuntar, escolher, desejar. A adoção é regulamentada pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina claramente que a adoção deve priorizar as reais necessidades, interesses e direitos da criança/adolescente. A adoção representa também a possibilidade de ter e criar filhos para pais que não puderam ter filhos biológicos, ou que optaram por ter filhos sem vinculação genética, além de eventualmente atender às necessidades da família de origem, que não pode cuidar de seu filho.
Essas e outras questões estarão em debate no Justiça em Questão ,que será reprisado no próximo sábado, dia 16, às 12h30 na TV Horizonte (canal 19 – UHF) e às 16h30 na TV Justiça (canal 7 da Net e canal 6 da Oi TV).
Como funciona a adoção internacional no Brasil? A reportagem de Letícia Lima vai abordar as condições em que é realizada, o direito das crianças e o processo legal, entre outros pontos. A adoção internacional é, de certa forma, a esperança de muitos jovens e adolescentes terem um lar, já que no Brasil os alvos de maior procura entre as pessoas que decidem adotar uma criança são bebês de até seis meses, do sexo feminino.
A reportagem de Silvana Monteiro vai mostrar os procedimentos para se adotar uma criança, os direitos dos pais e dos filhos adotivos, os abrigos que acolhem crianças e jovens carentes e como a legislação atua nesses casos. Maiores de 18 anos, independente do estado civil sob análise de psicólogos e assistentes sociais, podem estar aptos a adotar.
O programa também vai destacar a nova Lei Nacional de Adoção que foi sancionada pelo presidente Lula na última segunda-feira, dia 03 e cria mecanismos para evitar o afastamento do convívio familiar da criança, impede que os menores fiquem mais de dois anos em abrigos e acelera o processo de adoção.
No estúdio, o apresentador Marcelo Almeida recebe o desembargador Wagner Wilson, superintendente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), que também foi juiz da Infância e Juventude, e o professor da UFMG Orestes Diniz, psicólogo com várias experiências em questões de família. Eles abordam sobre as situações da adoção no País, o que leva os pais a adotarem uma criança, a adoção internacional como medida que ajuda muitos jovens e adolescentes a encontrarem um caminho, a afetividade e sinceridade como meios facilitadores entre os pais e os filhos adotivos.
Fonte: TJMG
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A palavra adotar vem do latim adoptare, que significa escolher, perfilhar, dar o seu nome a, optar, ajuntar, escolher, desejar. A adoção é regulamentada pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que determina claramente que a adoção deve priorizar as reais necessidades, interesses e direitos da criança/adolescente. A adoção representa também a possibilidade de ter e criar filhos para pais que não puderam ter filhos biológicos, ou que optaram por ter filhos sem vinculação genética, além de eventualmente atender às necessidades da família de origem, que não pode cuidar de seu filho.
Essas e outras questões estarão em debate no Justiça em Questão , programa produzido pela Assessoria de Comunicação do TJMG, que estreia hoje, às 21h, na TV comunitária (canal 6 – Net). No sábado, dia 8, o programa vai ao ar às 16h30 na TV Justiça (canal 7 – Net e canal 117 da Sky) e às 12h30 na TV Horizonte (canal 19 – UHF).
Como funciona a adoção internacional no Brasil? A reportagem de Letícia Lima vai abordar as condições em que é realizada , o direito das crianças e o processo legal, entre outros pontos. A adoção internacional é, de certa forma, a esperança de muitos jovens e adolescentes terem um lar, já que no Brasil os alvos de maior procura entre as pessoas que decidem adotar uma criança são bebês de até seis meses, do sexo feminino.
A reportagem de Silvana Monteiro vai mostrar os procedimentos para se adotar uma criança, os direitos dos pais e dos filhos adotivos, os abrigos que acolhem crianças e jovens carentes e como a legislação atua nesses casos. Maiores de 18 anos, independente do estado civil sob análise de psicólogos e assistentes sociais, podem estar aptos a adotar.
O programa também vai destacar a nova Lei Nacional de Adoção que foi sancionada pelo presidente Lula na última segunda-feira, dia 03 e cria mecanismos para evitar o afastamento do convívio familiar da criança, impede que os menores fiquem mais de dois anos em abrigos e acelera o processo de adoção.
No estúdio, o apresentador Marcelo Almeida recebe o desembargador Wagner Wilson, superintendente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), que também foi juiz da Infância e Juventude, e o professor da UFMG Orestes Diniz, psicólogo com várias experiências em questões de família. Eles abordam a situação da adoção no País, o motivo que leva os pais a adotarem uma criança, a adoção internacional como medida que ajuda muitos jovens e adolescentes a encontrarem um caminho e a afetividade e sinceridade como meios facilitadores entre os pais e os filhos adotivos.
Fonte: TJMG
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