Uma das antigas solicitações do setor para melhorar a concessão de crédito, encabeçada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), é a informatização e interligação dos cartórios para resolver a dificuldade de obter as matrículas dos imóveis e as certidões negativas das pessoas envolvidas na operação.
Essas mudanças, no entanto, só devem acontecer com uma maior pressão das entidades que controlam os cartórios, explica o advogado Luiz Antonio Campos Mello, especialista do setor que representa construtoras.
Essa mudança seria bastante útil principalmente para securitização de recebíveis, que tem sido usado para captar recursos inclusive para financiar imóveis de baixa renda. “Seria importante a possibilidade de consultas via internet e do uso de impressões com autenticação eletrônica para agilizar o processo, evitando a necessidade de ir pessoalmente a cada cartório de cada cidade”, diz o advogado Campos Mello.
O presidente da entidade que representa os cartórios, a Associação dos Notórios e Registradores (Anoreg), de São Paulo, Ary José de Lima, concorda com a avaliação. “Queremos um único documento, como se fosse a certidão do imóvel”.
As mudanças, no entanto, não são tão fáceis. “Os donos de cartório só farão investimentos em tecnologia se forem obrigados”, diz. Além disso, ele mesmo lembra que a realidade da maioria das cidades brasileira é bem diferente dos grande centros. “Muitas não tem telefone para transmitir os dados”, lamenta. (FT)
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